Na balada
Sinceramente, se hoje eu fosse uma mulher livre e desimpedida eu estaria literalmente perdida.
Cara, na boa, como é que se faz pra arrumar alguém bacana?
Não estou generalizando, é claro. Mas, verdade seja dita, boa parte dos moçoilos que perambulam pelas baladas de SP não querem saber de nada vezes nada.
Noite passada reuni umas amigas e juntas nos jogamos na balada. O lugar era bacana, o pessoal bonito, o som bem legal, mas tinha cada cara nada a ver...
O ruim da balada é que não dá pra você trocar uma idéia, normalmente é: "oi, meu nome é fulano (quando fala) e... smack". A maioria já entra chapada, bebe todas do lado de fora, afinal, bebiba na "night" é bem cara.
Eu, que normalmente bebo, mas ontem não bebi quase nada, gastei 40 reais num piscar de olhos.
O lugar estava lotado, aquele monte de gente suando, bebendo, te empurrando, uma loucura.
Tinha horas que o calor era insuportavelmente insuportável.
Quando fui ao banheiro quase tive um treco ao me olhar no espelho: minha bela e demorada escova-chapinha estava indo por água abaixo, a maquiagem estava começando a borrar e por causa do suor tirar a calça (justérrima) pra ir ao banheiro era quase que um parto.
Nessa mesma ida ao banheiro roubaram o maço de cigarros de uma das minhas amigas... E ela, que já estava trêbada, queria porque queria descobrir quem era a larápia. Eu, muito fina, pedi pra ela não estressar afinal meu maço ainda estava cheio. E voltamos pra pista.
E aquele calor insuportável, quase que derrentendo meus miolos. E aquele "tum tum tum" de música eletrônica, e respingos de cerveja, vodka e etc voando na minha roupa no meio do empurra-empurra... Era o inferno na terra.
Pra não acabar com a balada das meninas eu aguentei ali, fingindo que estava adorando aquela sauna.
Uma das antas que veio tentar uma aproximação chegou com a seguinte cantada:
"Adorei seu boné!" - diz a anta.
"Não é bone, é boina!" - respondo educadamente.
"Adoro mulher de boné!" - ele insiste.
"Mas não é boné, é boina querido!" - sorrio e tento me manter simpática.
"Posso te dar um beijo?"
"Não. Graças à Deus eu namoro e só vim mesmo pra dançar" - tento finalizar a conversa.
"Tudo bem, eu não tenho ciúmes"
Eu sei que é errado pensar assim, mas na boa "tô salva".
Tô salva de antas como essa. Pelo menos por enquanto, porque é como diz o ditado "que seja infinito enquanto dure".
Sinceramente, se hoje eu fosse uma mulher livre e desimpedida eu estaria literalmente perdida.
Cara, na boa, como é que se faz pra arrumar alguém bacana?
Não estou generalizando, é claro. Mas, verdade seja dita, boa parte dos moçoilos que perambulam pelas baladas de SP não querem saber de nada vezes nada.
Noite passada reuni umas amigas e juntas nos jogamos na balada. O lugar era bacana, o pessoal bonito, o som bem legal, mas tinha cada cara nada a ver...
O ruim da balada é que não dá pra você trocar uma idéia, normalmente é: "oi, meu nome é fulano (quando fala) e... smack". A maioria já entra chapada, bebe todas do lado de fora, afinal, bebiba na "night" é bem cara.
Eu, que normalmente bebo, mas ontem não bebi quase nada, gastei 40 reais num piscar de olhos.
O lugar estava lotado, aquele monte de gente suando, bebendo, te empurrando, uma loucura.
Tinha horas que o calor era insuportavelmente insuportável.
Quando fui ao banheiro quase tive um treco ao me olhar no espelho: minha bela e demorada escova-chapinha estava indo por água abaixo, a maquiagem estava começando a borrar e por causa do suor tirar a calça (justérrima) pra ir ao banheiro era quase que um parto.
Nessa mesma ida ao banheiro roubaram o maço de cigarros de uma das minhas amigas... E ela, que já estava trêbada, queria porque queria descobrir quem era a larápia. Eu, muito fina, pedi pra ela não estressar afinal meu maço ainda estava cheio. E voltamos pra pista.
E aquele calor insuportável, quase que derrentendo meus miolos. E aquele "tum tum tum" de música eletrônica, e respingos de cerveja, vodka e etc voando na minha roupa no meio do empurra-empurra... Era o inferno na terra.
Pra não acabar com a balada das meninas eu aguentei ali, fingindo que estava adorando aquela sauna.
Uma das antas que veio tentar uma aproximação chegou com a seguinte cantada:
"Adorei seu boné!" - diz a anta.
"Não é bone, é boina!" - respondo educadamente.
"Adoro mulher de boné!" - ele insiste.
"Mas não é boné, é boina querido!" - sorrio e tento me manter simpática.
"Posso te dar um beijo?"
"Não. Graças à Deus eu namoro e só vim mesmo pra dançar" - tento finalizar a conversa.
"Tudo bem, eu não tenho ciúmes"
Eu sei que é errado pensar assim, mas na boa "tô salva".
Tô salva de antas como essa. Pelo menos por enquanto, porque é como diz o ditado "que seja infinito enquanto dure".
Então, tá...
Não vou começar do começo pq senão vou precisar de "N" posts pra contar tudo, em detalhes, como eu gosto.
De qualquer forma este ano tá bem light.
O namoro continua firme e forte, e se tudo der certo, rumo ao altar. Mas, de qualquer forma, o casório vai demorar.
Há pouco tempo me dei conta do quanto é caro juntar os trapinhos...
Fico pensando naquele ditado que diz "quando a fome bate à porta, o amor sai pela janela". É bem por aí mesmo.
Não dá pra fantasiar que só o amor vá sustentar uma relação. O amor é a base de todo e qualquer relacionamento. Seja ele homem e mulher, ou profissional.
O profissional também vai bem, obrigada.
Continuo no banco, ralando feito uma condenada. Na verdade, neste último mês nem tanto.
Finalmente tirei minhas primeiras férias, e remuneradas!
Pois é, depois de tantos anos estagiando, sem direito a férias, décimo terceiro, etc e tal, eu finalmente consegui relaxar.
Acabei não viajando até porque não havia me programado. Tinha pensado num pacote turístico, mas não deu certo. Ou melhor, a grana não era suficiente.
Além do mais, eu tirei férias, o Fábio não. E como todos sabem, viajar sem companhia, sem alguém pra compartilhar os momentos especiais não é tão legal assim.
Por isso resolvi que férias de verdade, com direito a viagem, fotos pra mostrar aos amigos e tudo o mais vão ficar pro ano que vem.
Falando em ano que vem, o tempo tá passando tão rápido...
Tô com aquela sensação de fim dos tempos. A gente mal comemora um aniversário e lá vem o outro.
Em julho faço 26 anos.
Ainda não casei, não consegui terminar a faculdade, a grana que eu tenho no banco mal dá pra pensar em comprar um ou pelo menos dar a entrada num cafofo. Enfim, a vida não é tão simples como eu imaginava aos 13 anos.
O bom mesmo é ver o quanto a gente amadurece, deixa da dar valor a coisas que nunca foram tão significantes, passa a enxergar as pessoas de uma outra forma. Conhece a calma e a felicidade de um amor tranquilo...
É isso.
Em breve volto pra contar mais novidades e pra saber das novidades de vocês.
Não vou começar do começo pq senão vou precisar de "N" posts pra contar tudo, em detalhes, como eu gosto.
De qualquer forma este ano tá bem light.
O namoro continua firme e forte, e se tudo der certo, rumo ao altar. Mas, de qualquer forma, o casório vai demorar.
Há pouco tempo me dei conta do quanto é caro juntar os trapinhos...
Fico pensando naquele ditado que diz "quando a fome bate à porta, o amor sai pela janela". É bem por aí mesmo.
Não dá pra fantasiar que só o amor vá sustentar uma relação. O amor é a base de todo e qualquer relacionamento. Seja ele homem e mulher, ou profissional.
O profissional também vai bem, obrigada.
Continuo no banco, ralando feito uma condenada. Na verdade, neste último mês nem tanto.
Finalmente tirei minhas primeiras férias, e remuneradas!
Pois é, depois de tantos anos estagiando, sem direito a férias, décimo terceiro, etc e tal, eu finalmente consegui relaxar.
Acabei não viajando até porque não havia me programado. Tinha pensado num pacote turístico, mas não deu certo. Ou melhor, a grana não era suficiente.
Além do mais, eu tirei férias, o Fábio não. E como todos sabem, viajar sem companhia, sem alguém pra compartilhar os momentos especiais não é tão legal assim.
Por isso resolvi que férias de verdade, com direito a viagem, fotos pra mostrar aos amigos e tudo o mais vão ficar pro ano que vem.
Falando em ano que vem, o tempo tá passando tão rápido...
Tô com aquela sensação de fim dos tempos. A gente mal comemora um aniversário e lá vem o outro.
Em julho faço 26 anos.
Ainda não casei, não consegui terminar a faculdade, a grana que eu tenho no banco mal dá pra pensar em comprar um ou pelo menos dar a entrada num cafofo. Enfim, a vida não é tão simples como eu imaginava aos 13 anos.
O bom mesmo é ver o quanto a gente amadurece, deixa da dar valor a coisas que nunca foram tão significantes, passa a enxergar as pessoas de uma outra forma. Conhece a calma e a felicidade de um amor tranquilo...
É isso.
Em breve volto pra contar mais novidades e pra saber das novidades de vocês.
Que saudade do meu blog!
Tá certo que eu estou bem enferrujada, sem inspiração nenhuma, cheia de novidades e sem saber por onde começar.
Então esse post fica só pra dizer um "oi".
OI!!!
Tá certo que eu estou bem enferrujada, sem inspiração nenhuma, cheia de novidades e sem saber por onde começar.
Então esse post fica só pra dizer um "oi".
OI!!!
Voltei!
Não aguentava mais ficar sem computador, horrível.
Enfim, estou trabalhando, estou ótima, feliz da vida, rindo à toa, de verdade!
Mas, amanhã eu volto pra contar mais e visitar todo mundo.
Fui!
Não aguentava mais ficar sem computador, horrível.
Enfim, estou trabalhando, estou ótima, feliz da vida, rindo à toa, de verdade!
Mas, amanhã eu volto pra contar mais e visitar todo mundo.
Fui!
PHOTOSHOP, OU NÃO PHOTOSHOP, EIS A QUESTÃO!
E aí, Cissa Guimarães foi "photoshopada" ou não foi?
De qualquer forma, as fotos estão bem bonitas.
Agora, o foda é você ver essa perfeição descarada.
Pô "gentém" não existe mulher perfeita não!
Sem celulite, sem uma gordurinha localizada...
Na boa, eu queria ver mulheres reais.
Chega desse padrão non sense de beleza.
Mulher que é mulher, que trabalha, estuda, come de tudo sem frescura e é feliz, tem celulite sim!
E qual é o problema?
Eu não vou sair por aí surtada só porque apareceu uma celulite ou uma estria na minha bunda.
O que eu posso fazer é tentar dar uma controlada na alimentação, evitar porcarias.
Mas, deixar de comer o que você gosta e ficar deprimida por não ter um corpo perfeito, ah não!
Isso não vale!
O que vale é ser feliz.
Perfeição não existe, todos temos defeitos e é justamente aí que está a graça de cada um.
Por isso, eu é que não vou pirar de ver a Cissa Guimarães toda bonitona na capa da Sexy.
E aí, Cissa Guimarães foi "photoshopada" ou não foi?
De qualquer forma, as fotos estão bem bonitas.
Agora, o foda é você ver essa perfeição descarada.
Pô "gentém" não existe mulher perfeita não!
Sem celulite, sem uma gordurinha localizada...
Na boa, eu queria ver mulheres reais.
Chega desse padrão non sense de beleza.
Mulher que é mulher, que trabalha, estuda, come de tudo sem frescura e é feliz, tem celulite sim!
E qual é o problema?
Eu não vou sair por aí surtada só porque apareceu uma celulite ou uma estria na minha bunda.
O que eu posso fazer é tentar dar uma controlada na alimentação, evitar porcarias.
Mas, deixar de comer o que você gosta e ficar deprimida por não ter um corpo perfeito, ah não!
Isso não vale!
O que vale é ser feliz.
Perfeição não existe, todos temos defeitos e é justamente aí que está a graça de cada um.
Por isso, eu é que não vou pirar de ver a Cissa Guimarães toda bonitona na capa da Sexy.
GERAÇÃO POKEMÓN
Estava agora a pouco na home do UOL e me deparei com uma notícia que diz que as crianças brasileiras são campeãs mundiais de permanência diante da TV.
Pois é, uma criança brasileira chega a ficar 3 horas e 31 minutos por dia em frente a um televisor.
Tá certo que os americanos também não ficam muito atrás - o recorde deles é de 3 horas e 16 minutos.
Lamentável.
Percebo que hoje em dia, as crianças estão cada vez mais dependentes da TV, simplesmente dominam o controle remoto.
O sobrinho do meu namorado, por exemplo, senta em frente à TV e esquece da vida. Não pára nem pra comer - ele leva o prato de comida pra sala.
Na boa, sem querer ser chata já sendo, quando eu era criança mamãe delimitava os horários pra gente assistir TV.
Depois que eu chegava da escola corria fazer o dever de casa.
Não, isso não era imposição de meus pais, e sim um opção minha. Eu chegava ansiosa pra fazer a tarefa, aproveitava que ela ainda estava fresca na minha memória.
Aliás, que mamãe não saiba, mas eu também fiz o dever de casa do meu irmão inúmeras vezes. O problema é que eu não tinha muita paciência pra explicar, por isso, acabava fazendo tudo.
Programa Bambalalão, da Rede Cultura
Pois bem, quando eu era criança, mamãe só nos deixava assistir aos programas da Cultura.
O que eu mais gostava era o Bambalalão, nossa, que saudade da tia Gigi e da tia Silvana!
Toda vez que eu penso nesse programa tenho vontade de chorar. Foi um período tão bom...
Me lembro de uma vez ter pedido ao meu pai pra me levar até a Cultura, naquela época o programa era ao vivo.
Mas, de repente, do nada o programa acabou. Se eu não me engano foi em 1990... Uma pena, o programa era realmente muito bom.
Mas tinha também o Catavento, o Glub Glub, o Rá Tim Bum.
Da Rede Globo a gente só podia assistir o Sítio do Pica-Pau Amarelo.
À noite só nos era permitido ver as novelas das 6 e das 7, a das 8 nem pensar!
Do programa da Xuxa eu só gostava dos desenhos, nunca liguei muito pra ela. Uma questão de empatia mesmo.
Já contei aqui que fã mesmo eu era da Angélica, não perdia um Clube da Criança, que aliás era à tarde e como eu estudava de manhã...
Enfim, tudo isso pra dizer que, nós não assistíamos qualquer coisa.
Naquela época também não tinha tanta porcaria na televisão.
Tenho dó das crianças de hoje que assistem Pokemon, Digimon, e outros do gênero. Desenhos sem substância, sem graça, sem nada. Ou melhor, com muita violência.
Ok, não sejamos hipócritas. Changeman, Jaspion, Jiraya e Flashman também eram violentos.
Talvez fosse a época, talvez há 15 anos atrás nós não estivéssemos tão amedrontados com a violência, sei lá.
Almanacão de Férias da Mônica
O fato é que hoje as crianças parecem estar cercadas de coisas que não prestam.
A maioria não lê nem mesmo um gibizinho, que dirá um livro!
Nossa, como eu adorava gibi! O Almanacão de Férias da Mônica era o máximo!
E a Coleção Vagalume publicada pela Editora Ática? Alguém se lembra dela?
Eu li praticamente todos os livros desta coleção, e por livre e espontânea vontade.
Enfim, eu tenho medo, muito medo.
Imaginem que tipo de adultos estas crianças vão ser?
Não acho errado que crianças assistam TV, o problema é o excesso, o problema é você deixar que o seu filho seja educado pela televisão.
O problema é que ele cresce e se torna um completo babaca que acha que a Veja e o Jornal Nacional são as únicas referências de jornalismo em todo o Brasil.
Estava agora a pouco na home do UOL e me deparei com uma notícia que diz que as crianças brasileiras são campeãs mundiais de permanência diante da TV.
Pois é, uma criança brasileira chega a ficar 3 horas e 31 minutos por dia em frente a um televisor.
Tá certo que os americanos também não ficam muito atrás - o recorde deles é de 3 horas e 16 minutos.
Lamentável.
Percebo que hoje em dia, as crianças estão cada vez mais dependentes da TV, simplesmente dominam o controle remoto.
O sobrinho do meu namorado, por exemplo, senta em frente à TV e esquece da vida. Não pára nem pra comer - ele leva o prato de comida pra sala.
Na boa, sem querer ser chata já sendo, quando eu era criança mamãe delimitava os horários pra gente assistir TV.
Depois que eu chegava da escola corria fazer o dever de casa.
Não, isso não era imposição de meus pais, e sim um opção minha. Eu chegava ansiosa pra fazer a tarefa, aproveitava que ela ainda estava fresca na minha memória.
Aliás, que mamãe não saiba, mas eu também fiz o dever de casa do meu irmão inúmeras vezes. O problema é que eu não tinha muita paciência pra explicar, por isso, acabava fazendo tudo.
Programa Bambalalão, da Rede Cultura
Pois bem, quando eu era criança, mamãe só nos deixava assistir aos programas da Cultura.
O que eu mais gostava era o Bambalalão, nossa, que saudade da tia Gigi e da tia Silvana!
Toda vez que eu penso nesse programa tenho vontade de chorar. Foi um período tão bom...
Me lembro de uma vez ter pedido ao meu pai pra me levar até a Cultura, naquela época o programa era ao vivo.
Mas, de repente, do nada o programa acabou. Se eu não me engano foi em 1990... Uma pena, o programa era realmente muito bom.
Mas tinha também o Catavento, o Glub Glub, o Rá Tim Bum.
Da Rede Globo a gente só podia assistir o Sítio do Pica-Pau Amarelo.
À noite só nos era permitido ver as novelas das 6 e das 7, a das 8 nem pensar!
Do programa da Xuxa eu só gostava dos desenhos, nunca liguei muito pra ela. Uma questão de empatia mesmo.
Já contei aqui que fã mesmo eu era da Angélica, não perdia um Clube da Criança, que aliás era à tarde e como eu estudava de manhã...
Enfim, tudo isso pra dizer que, nós não assistíamos qualquer coisa.
Naquela época também não tinha tanta porcaria na televisão.
Tenho dó das crianças de hoje que assistem Pokemon, Digimon, e outros do gênero. Desenhos sem substância, sem graça, sem nada. Ou melhor, com muita violência.
Ok, não sejamos hipócritas. Changeman, Jaspion, Jiraya e Flashman também eram violentos.
Talvez fosse a época, talvez há 15 anos atrás nós não estivéssemos tão amedrontados com a violência, sei lá.
Almanacão de Férias da Mônica
O fato é que hoje as crianças parecem estar cercadas de coisas que não prestam.
A maioria não lê nem mesmo um gibizinho, que dirá um livro!
Nossa, como eu adorava gibi! O Almanacão de Férias da Mônica era o máximo!
E a Coleção Vagalume publicada pela Editora Ática? Alguém se lembra dela?
Eu li praticamente todos os livros desta coleção, e por livre e espontânea vontade.
Enfim, eu tenho medo, muito medo.
Imaginem que tipo de adultos estas crianças vão ser?
Não acho errado que crianças assistam TV, o problema é o excesso, o problema é você deixar que o seu filho seja educado pela televisão.
O problema é que ele cresce e se torna um completo babaca que acha que a Veja e o Jornal Nacional são as únicas referências de jornalismo em todo o Brasil.
Fonte: O Estado de São Paulo
O COMÉRCIO DE FACAS E OUTROS UTENSÍLIOS CORTANTES DEVE SER PROIBIDO NO BRASIL???
É o que eu digo, quem quer matar, mata de qualquer jeito.
Seja com faca, canivete, machadinha, veneno...
UPDATE
Por lá a discussão está boa, aliás, que decepção Soninha!!!
Coluna da Soninha - vereadora PT de SP
MUDANDO DE OPINIÃO
Já pensei, repensei, decidi, voltei atrás e agora finalmente cheguei a uma conclusão.
Apesar de ter aconselhado vários amigos a votarem a favor da proibição do comércio de armas e munições, decidi votar contra.
No dia 23 de outubro votarei "não".
Aliás, foi exatamente enquanto eu fazia uma pesquisa de fontes para sugerir à uma amiga, a Guida, que eu tive a certeza de que por um instante eu quase fiz uma merda.
Porra, logo eu que sempre fui à favor do livre arbítrio, da liberdade de expressão!
Sinceramente, talvez eu tenha sido movida pela emoção.
Como eu já contei aqui no blog, há menos de 1 mês presenciei uma cena lamentável. Um retardado entrou num barzinho onde eu estava com o meu namorado e um casal de amigos e simplesmente saiu atirando pra todos os lados.
O motivo eu não sei até hoje, mas com certeza foi por causa de merda.
Sim, eu tenho medo que pessoas despreparadas andem por aí com um revólver na cintura.
Mas, não, eu não pretendo ter uma arma no momento.
Ainda assim não posso impedir que o meu vizinho, meu amigo ou meus parentes tenham.
Devemos ter o direito de decidir se queremos ou não nos defender.
Se votarmos no "sim" estaremos acabando com essa possibilidade, uma vez que o porte de armas já é proibido.
Por isso, se nêgo quiser comprar a sua arma e obviamente souber manuseá-la, isso é um problema único e exclusivo dele.
Ou seja, sou contra as armas, mas à favor da vida.
Ou seja, se para se defender você precisa de uma arma, esse é um direito seu - afinal, como nos garante à Constituição, temos o direito a vida.
Só pra constar, o Referendo é semelhante ao plebiscito. Ou seja, também é uma consulta que se faz a população.
A diferença é que, no caso do referendo, os cidadãos são chamados a dizer, através do sim ou não se alguma medida ou lei já aprovada deve continuar a valer.
E para você que ainda não se decidiu, algumas fontes de pesquisas:
"NÃO" - contra a proibição do comércio de armas e munições:
Matéria da Veja On Line
Eu Voto Não
"SIM" - à favor da proibição do comércio de armas e munições:
Instituto Sou da Paz
Referendo Sim
Por lá a discussão está boa, aliás, que decepção Soninha!!!
Coluna da Soninha - vereadora PT de SP
MUDANDO DE OPINIÃO
Já pensei, repensei, decidi, voltei atrás e agora finalmente cheguei a uma conclusão.
Apesar de ter aconselhado vários amigos a votarem a favor da proibição do comércio de armas e munições, decidi votar contra.
No dia 23 de outubro votarei "não".
Aliás, foi exatamente enquanto eu fazia uma pesquisa de fontes para sugerir à uma amiga, a Guida, que eu tive a certeza de que por um instante eu quase fiz uma merda.
Porra, logo eu que sempre fui à favor do livre arbítrio, da liberdade de expressão!
Sinceramente, talvez eu tenha sido movida pela emoção.
Como eu já contei aqui no blog, há menos de 1 mês presenciei uma cena lamentável. Um retardado entrou num barzinho onde eu estava com o meu namorado e um casal de amigos e simplesmente saiu atirando pra todos os lados.
O motivo eu não sei até hoje, mas com certeza foi por causa de merda.
Sim, eu tenho medo que pessoas despreparadas andem por aí com um revólver na cintura.
Mas, não, eu não pretendo ter uma arma no momento.
Ainda assim não posso impedir que o meu vizinho, meu amigo ou meus parentes tenham.
Devemos ter o direito de decidir se queremos ou não nos defender.
Se votarmos no "sim" estaremos acabando com essa possibilidade, uma vez que o porte de armas já é proibido.
Por isso, se nêgo quiser comprar a sua arma e obviamente souber manuseá-la, isso é um problema único e exclusivo dele.
Ou seja, sou contra as armas, mas à favor da vida.
Ou seja, se para se defender você precisa de uma arma, esse é um direito seu - afinal, como nos garante à Constituição, temos o direito a vida.
Só pra constar, o Referendo é semelhante ao plebiscito. Ou seja, também é uma consulta que se faz a população.
A diferença é que, no caso do referendo, os cidadãos são chamados a dizer, através do sim ou não se alguma medida ou lei já aprovada deve continuar a valer.
E para você que ainda não se decidiu, algumas fontes de pesquisas:
"NÃO" - contra a proibição do comércio de armas e munições:
Matéria da Veja On Line
Eu Voto Não
"SIM" - à favor da proibição do comércio de armas e munições:
Instituto Sou da Paz
Referendo Sim
QUEREMOS PEARL JAM!
É, estava muito bom pra ser verdade mesmo.
Quando falaram que o Pearl Jam viria ao Brasil em dezembro eu fiquei pasma.
Afinal, foram anos e anos de negociação e assim, do nada, os caras decidem vir.
Ok.
Agora a prefeitura de São Paulo veio com um papinho de que, por causa do barulho, os moradores da região do estádio do Pacaembu não estão querendo que a apresentação aconteça por lá.
Mas, eu acredito no poder de discernimento do prefeito José Serra.
Tá certo que ele não tá merecendo muito crédito depois daquele raio de "rampa anti-mendigo", mas pelo menos ele se propôs a discutir o assunto.
Por isso, nos próximos dias deve ser anunciado o veredicto final.
Teve fã que sugeriu até que o show rolasse durante o dia, para não perturbar o sono de que mora ali perto do estádio.
Mas, vamos ver que fim vai dar isso.
Já tem até um blog rolando na net, o Queremos Pearl Jam, que inclusive foi sugerido pela vereadora Soninha, e é muito bacana.
Deixo aqui o trecho de um texto que ela escreveu para o blog:
"...O Pearl Jam não é apenas 'mais uma grande banda de rock', como as que volta e meia aparecem por aqui com estardalhaço. É um símbolo de uma atitude perante a vida - uma atitude de contestação, típica do rock e da juventude, mas sem a inconsistência ruidosa de alguns outros grupos. Sua vinda é aguardada há anos; a frustração por perder uma oportunidade que passou tão perto é indescritível..."
É, estava muito bom pra ser verdade mesmo.
Quando falaram que o Pearl Jam viria ao Brasil em dezembro eu fiquei pasma.
Afinal, foram anos e anos de negociação e assim, do nada, os caras decidem vir.
Ok.
Agora a prefeitura de São Paulo veio com um papinho de que, por causa do barulho, os moradores da região do estádio do Pacaembu não estão querendo que a apresentação aconteça por lá.
Mas, eu acredito no poder de discernimento do prefeito José Serra.
Tá certo que ele não tá merecendo muito crédito depois daquele raio de "rampa anti-mendigo", mas pelo menos ele se propôs a discutir o assunto.
Por isso, nos próximos dias deve ser anunciado o veredicto final.
Teve fã que sugeriu até que o show rolasse durante o dia, para não perturbar o sono de que mora ali perto do estádio.
Mas, vamos ver que fim vai dar isso.
Já tem até um blog rolando na net, o Queremos Pearl Jam, que inclusive foi sugerido pela vereadora Soninha, e é muito bacana.
Deixo aqui o trecho de um texto que ela escreveu para o blog:
"...O Pearl Jam não é apenas 'mais uma grande banda de rock', como as que volta e meia aparecem por aqui com estardalhaço. É um símbolo de uma atitude perante a vida - uma atitude de contestação, típica do rock e da juventude, mas sem a inconsistência ruidosa de alguns outros grupos. Sua vinda é aguardada há anos; a frustração por perder uma oportunidade que passou tão perto é indescritível..."
Tô sofrendo de insônia.
Tenho tido noites péssimas, fico rolando na cama e nada do sono vir.
Já diminui o café, porque eu sei que faz mal.
Mas tá complicado.
O motivo, creio eu, é o tal do cloridrato de sibutramina.
Pois é, foi o que o endocrinologista me receitou.
Agora, dando uma vasculhada na internet, acabo de descobrir que essa substância está contida no Reductil, um remédio pra controle da obesidade, que em mim sinceramente não fez efeito nenhum.
O meu apetite diminuiu sensivelmente, nada de absurdo.
Agora, o meu sono sumiu completamente.
Não sei mais a que recorrer, se desta vez não der certo, eu desisto.
Tenho tido noites péssimas, fico rolando na cama e nada do sono vir.
Já diminui o café, porque eu sei que faz mal.
Mas tá complicado.
O motivo, creio eu, é o tal do cloridrato de sibutramina.
Pois é, foi o que o endocrinologista me receitou.
Agora, dando uma vasculhada na internet, acabo de descobrir que essa substância está contida no Reductil, um remédio pra controle da obesidade, que em mim sinceramente não fez efeito nenhum.
O meu apetite diminuiu sensivelmente, nada de absurdo.
Agora, o meu sono sumiu completamente.
Não sei mais a que recorrer, se desta vez não der certo, eu desisto.
SERÁ???
Será que é verdade, ou Cléo Camargo está querendo aparecer e faturar o seu???
O foda é que, por mais que ele desminta ou a obrigue a desmentir, sempre vai pairar aquela dúvida no ar: "será que ele é?".
Será que é verdade, ou Cléo Camargo está querendo aparecer e faturar o seu???
O foda é que, por mais que ele desminta ou a obrigue a desmentir, sempre vai pairar aquela dúvida no ar: "será que ele é?".
A "porta que fala" renunciou. Até que enfim.
Não aguentava mais o sinismo do excelentíssimo Sr. Severino Cavalcanti.
O que era aquele discurso?
"Vou repetir ainda que deixo a Câmara como entrei: não apenas deputado pobre, mas político endividado. Vou viver de minha aposentadoria no Estado de Pernambuco - onde fui deputado por sete mandatos - porque, para pagar as dívidas de campanha, saquei o saldo de minha contribuição para a aposentadoria na Câmara dos Deputados."
Tadinho dele, né? Vai viver da mixórdia de sua aposentadoria...
Olha que este é apenas um trecho.
E preparem-se: ele disse que voltará.
Agora, façam suas apostas!
Quem será que vai pegar a vaguinha do Seu Severino?
Bom, candidato pior do que esta anta não pode ter. Ou será que pode?
À esta altura do campeonato eu já não duvido de mais nada.
E o que era aquele povo se empurrando na porta da Câmara durante o discurso "derradeiro"???
Sem falar daquele outro "ser" que ameaçou se jogar no plenário...
Lamentável, lamentável...
Mas não tão lamentável quanto o resultado da pesquisa Ibope para as eleições presidenciais do ano que vem.
Não falo mais nada.
Entre as boas notícias do dia está a vitória do meu querido Tricolor, cada vez mais surpreendente.
Batemos o Cruzeiro de virada (muito mais gostoso!) por 3 a 2.
Outra nota que me chamou a atenção foi a de que o INXS terá um novo vocalista.
Pois é, com a morte de Michael Hutchence, em 97, os caras até chegaram a fazer alguns poucos shows. Tocaram inclusive aqui no Brasil, em 2002, com John Rangi nos vocais.
Mas, pelo visto a empreitada não deu muito certo.
No ano passado os integrantes anunciaram que seria organizado um reality show pra escolher um novo vocal pra banda.
E hoje foi anunciado que o eleito é um ex-morador de rua - pasmém!
J.D. Fortune, 31 anos, é canadense e na final venceu um americano e um australiano.
Agora, a banda entra em estúdio pra gravar um novo CD que deve chegar às lojas no final de novembro.
Eu sou suspeita pra falar porque adoro INXS.
"By My Side", "Suicide Blonde", a fofíssima "Beautiful Girl", "Never Tear Us Apart" são apenas algumas das músicas que ouvimos direto nas FMs.
Aliás, uma música em particular faz parte do meu setlist de cabeceira: "Not Enough Time", linda, linda!
Se tiverem uma oportunidade, ouçam.
Fonte: Folha On Line
Como assim o dinheiro sumiu???
Roberto Prel, o genial superintendente da Polícia Federal, acredita que existem policiais envolvidos no crime.
E vocês, o que acham?
Depois dessa só falta liberarem o Habeas Corpus pro Maluf...
Roberto Prel, o genial superintendente da Polícia Federal, acredita que existem policiais envolvidos no crime.
E vocês, o que acham?
Depois dessa só falta liberarem o Habeas Corpus pro Maluf...
Alguém me diz que tipo de traje este "ser" estava usando ontem na entrega do Emmy???
Já que ela queria tanto aparecer poderia ter pendurado uma jaca no pescoço...
Já que ela queria tanto aparecer poderia ter pendurado uma jaca no pescoço...
Porque deveras haverá bom futuro: não será frustrada a tua esperança
Provérbios 23:18
Tem horas que eu olho pra trás e percebo que sempre fui a mulher dos relacionamentos superficiais.
Talvez um pouco volúvel, talvez querendo fugir do óbvio, sei lá.
Na verdade não que eu fosse superficial, aliás, muito pelo contrário.
Sempre fui muito intensa em tudo: no amor, no trabalho, com a família, com os amigos.
Sou aquela que mais sofre, que mais se magoa, que mais quer desaparecer quando algo dá errado.
Em compensação nunca tive um retorno, e sim, estou falando de amor.
Sempre fui aquela que ficava à espera de um olhar, de um telefonema, de um carinho, e até mesmo de um sorriso.
Eu sempre fui a menina que precisava da aprovação de todos.
Meu maior medo era o de ser rejeitada, de ser a excluída da turma, do grupo de trabalho, das rodinhas de mesa de bar.
Daí o tempo passa, a gente amadurece, e geralmente pela dor.
A tal da pessoa certa aparece, e você se sente tão feliz que nada mais no mundo parece ser tão importante.
E que se dane tudo e todos, eu quero mais é amar, explodir de tanto amar.
E daí o tempo passa, e você começa a perceber que o seu amor é um ser humano como qualquer outro - com suas qualidades e defeitos.
E os defeitos me assustam, porque não são defeitos com os quais eu estava acostumada a lidar.
Leia-se: mentiras, traições, descaso, superficialidade.
Com isso sim eu estou acostumada, com isso sim eu sei lidar.
É difícil ver que o seu amor dourado também tem chulé, também acorda com remela nos olhos, e que, por mais que te ame ele também tem seus maus momentos, como qualquer outra pessoa.
Mas não é só isso, a questão vai muito além disso.
Não quero entrar em detalhes, mas estou sentindo uma necessidade louca de sair por aí sem ter que dar satisfações, sem ter que falar com ninguém. Simplesmente sair e não olhar pra trás.
Só que eu não quero desistir, eu quero lutar!
Quero chegar a um denominador comum, estou investindo muito nisso, acreditem.
Acontece que tem horas que bate um cansaço...
Tem horas em que é preciso suspirar e se forçar a dizer: "vamos lá!".
E é isso que eu venho tentando fazer desde então...
Sem mais para o momento me despeço desejando um ótimo final de semana a todos.
Provérbios 23:18
Tem horas que eu olho pra trás e percebo que sempre fui a mulher dos relacionamentos superficiais.
Talvez um pouco volúvel, talvez querendo fugir do óbvio, sei lá.
Na verdade não que eu fosse superficial, aliás, muito pelo contrário.
Sempre fui muito intensa em tudo: no amor, no trabalho, com a família, com os amigos.
Sou aquela que mais sofre, que mais se magoa, que mais quer desaparecer quando algo dá errado.
Em compensação nunca tive um retorno, e sim, estou falando de amor.
Sempre fui aquela que ficava à espera de um olhar, de um telefonema, de um carinho, e até mesmo de um sorriso.
Eu sempre fui a menina que precisava da aprovação de todos.
Meu maior medo era o de ser rejeitada, de ser a excluída da turma, do grupo de trabalho, das rodinhas de mesa de bar.
Daí o tempo passa, a gente amadurece, e geralmente pela dor.
A tal da pessoa certa aparece, e você se sente tão feliz que nada mais no mundo parece ser tão importante.
E que se dane tudo e todos, eu quero mais é amar, explodir de tanto amar.
E daí o tempo passa, e você começa a perceber que o seu amor é um ser humano como qualquer outro - com suas qualidades e defeitos.
E os defeitos me assustam, porque não são defeitos com os quais eu estava acostumada a lidar.
Leia-se: mentiras, traições, descaso, superficialidade.
Com isso sim eu estou acostumada, com isso sim eu sei lidar.
É difícil ver que o seu amor dourado também tem chulé, também acorda com remela nos olhos, e que, por mais que te ame ele também tem seus maus momentos, como qualquer outra pessoa.
Mas não é só isso, a questão vai muito além disso.
Não quero entrar em detalhes, mas estou sentindo uma necessidade louca de sair por aí sem ter que dar satisfações, sem ter que falar com ninguém. Simplesmente sair e não olhar pra trás.
Só que eu não quero desistir, eu quero lutar!
Quero chegar a um denominador comum, estou investindo muito nisso, acreditem.
Acontece que tem horas que bate um cansaço...
Tem horas em que é preciso suspirar e se forçar a dizer: "vamos lá!".
E é isso que eu venho tentando fazer desde então...
Sem mais para o momento me despeço desejando um ótimo final de semana a todos.




